


Texto de Abertura - Luan Santana Turnê Quando Chega a Noite
O vento me trouxe até você.
Não foi nada fácil, mas é preciso lutar pra vencer.
A cada passo, a cada desafio eu me sentia mais forte,
Porque o seu amor me conduzia e o seu sorriso me mostrava o caminho.
Vem, traga o seu brilho, que eu faço chover estrelas.
Traga energia, que eu transformo em calor.
Traga o seu grito, que eu te dou a canção.
Melhores Fãs do Mundo, a noite chegou e ela é toda nossa!

Eu sou orgulhosa sim! Sou orgulhosa com muito orgulho. Abro o peito, pego impulso, solto a voz e grito pra quem quiser ouvir em alto e bom tom, curta e grossa: -“Eu sou orgulhosíssima”! Confesso que isso me atrapalha, mas não largo do meu orgulho jamais. Sabe…ele tem me ensinado a ser fria. Essa frieza minha que me impede de demonstrar meus sentimentos, essa tal frieza que faz as pessoas que eu tanto amo pensar que eu não ligo a mínima pra elas. Minha frieza às vezes chega a ser tão grande que meu eu fica ferido, meu eu sente toda a dor, meu eu chora, meu eu grita, mas uma pedra de gelo grandiosa disfarçada de orgulho me impede que eu faça o contrário; é nesse momento que eu ligo o “foda-se”, fecho os olhos pra tudo e finjo que não estou nem aí pra nada. Coloco um sorriso nos lábios e disfarço muito bem os meus problemas, ou simplesmente me isolo no meu quarto. Meu psicológico fica totalmente abalado, meu coração fica apertado, mas meu ego inflado me proíbe de qualquer ação. Eu evito, eu disfarço muito bem, pra todos, menos pra mim. Eu sempre morro por dentro, mas nunca volto atrás com minhas palavras ou atitudes. Há quem chame de loucura, idiotice; há quem diga que eu preciso rever meus conceitos; há quem diga que eu preciso mudar. Eu costumo chamar de sobrevivência; Isso mesmo! Sobrevivência. Eu batizei meu orgulho assim, depois que a vida foi me ensinando o que realmente é viver; depois que ela me deu uma rasteira pra eu aprender como é conviver em uma sociedade metódica, como é conviver com o oposto, com o incerto e duvidoso. Meu ego surgiu, cresceu, evoluiu e se tornou gigantesco e daí então casou com o meu amor próprio. Eles me impedem de me iludir com pessoas dissimuladas, de fazer planos em coisas que nunca existirão, de alimentar falsas esperanças, de colocar intensidade onde nada existe, de idealizar demais;…Eles me impedem de quebrar a cara…mais uma vez. (Jéssica Lobato)





